A relaçāo do clube com a empresa de saúde privada é antiga, desde a sombria época da terceira divisāo. Há de se dizer que a parceria rendeu frutos - o time foi duas vezes campeāo brasileiro(2010 e 2012), venceu a Copa do Brasil(2007), três estaduais conquistados(2002,2005 e 2012), além de duas finais continentais, a Libertadores de 2008 e a Sul Americana de 2009- porém isso nāo tira o foco de nāo independência do tricolor frente a sua parceira.
Os presidentes eleitos, no momento da primeira reuniāo com conselho deliberativo e a Unimed, tornam-se automaticamente ex-presidentes em exercício. Mandatários que se tornam subservientes aos anseios de Celso Barros e seu grupo. A relaçāo do futebol com o capital virou um ciclo vicioso que, os que não seguirem os moldes , estarāo à mercê de ficar de fora. Os clubes estāo cada vez mais perdendo suas indentidades, tendo donos ricos como seus chefes ou empresas privadas como controladoras. Ás vezes sāo meros "clubes-empresas", como Boavista, Votoraty, entre outros, muito outros...
Voltemos ao "caso Luxa". A queda de Abel Braga foi orquestrada e vencida pela Unimed( contra a vontade do "presidente" tricolor, Peter Simensen). Após 7 jogos, ou 31 dias, sem vencer, Peter decidiu demitir o ex papa títulos Luxemburgo. Mais uma vez com interferência de Celso Barros e a Unimed o técnico ganhou uma sobrevida. Pelo menos até o Fla x Flu.
Clubes de futebol, aqui no Brasil e lá fora, continuarāo a viver à custa do capital financeiro e de empresas privadas? Deve haver uma regulamentaçāo para impedir esse tipo de "parcerias" (sim, mais uma vez entre aspas). As agremiações devem ter autonomia; e mais, sem esses ricões o futebol pode ter um equilíbrio de disputa e jogadores nāo valerāo mais que países.
Joguem o futebol, nāo o jogo dos negócios.
Voltemos ao "caso Luxa". A queda de Abel Braga foi orquestrada e vencida pela Unimed( contra a vontade do "presidente" tricolor, Peter Simensen). Após 7 jogos, ou 31 dias, sem vencer, Peter decidiu demitir o ex papa títulos Luxemburgo. Mais uma vez com interferência de Celso Barros e a Unimed o técnico ganhou uma sobrevida. Pelo menos até o Fla x Flu.
Clubes de futebol, aqui no Brasil e lá fora, continuarāo a viver à custa do capital financeiro e de empresas privadas? Deve haver uma regulamentaçāo para impedir esse tipo de "parcerias" (sim, mais uma vez entre aspas). As agremiações devem ter autonomia; e mais, sem esses ricões o futebol pode ter um equilíbrio de disputa e jogadores nāo valerāo mais que países.
Joguem o futebol, nāo o jogo dos negócios.
Matheus Fernandes é estudante de Relações Internacionais e apaixonado por futebol!

