quarta-feira, 4 de março de 2015
Dagoberto terá que mostrar seu valor
Dagoberto, que atua como um atacante de ponta, ou simplesmente como um segundo atacante. Veloz e habilidoso, Dagol começou a jogar no Atlético-PR, em 2001. Despontou como uma boa promessa e ajudou o time a ser Campeão Brasileiro daquele mesmo ano.
O mesmo quis respirar novos ares, após 6 anos defendendo o clube que o revelou. Fora transferido para o São Paulo, em 2007, como o grande reforço da temporada. Começou assim o auge de sua carreira. Com golaços e ajudando a equipe a ganhar o bicampeonato do Brasileiro (2007 e 2008), o jogador caiu nas graças da torcida.
Em 2011, já com status de titular no time paulista, chegou a discutir com o técnico Paulo Carpegiani e teve dificuldades para negociar sua renovação com o clube. Com estes entraves, acabou se transferindo para o Internacional em 2012. Com bons jogos , conquistou a torcida e o treinador Fernandão, que bancou sua titularidade no time.
Chegou em 2013 no Cruzeiro para ocupar o espaço de Walter Montillo, grande jogador que tinha ido para a China. Apesar de ter sido bicampeão pelo Cruzeiro no Brasileiro (2013 e 2014), Dagoberto não conseguiu emplacar no time celeste uma boa sequência de jogos e amargava a reserva em alguns jogos. Declarou abertamente que estava insatisfeito e que poderia mudar de planos em 2015. E mudou.
Recém chegado no Gigante da Colina, ou melhor, Vasco da Gama, por empréstimo, Dagoberto, com 31 anos, terá de provar o seu real valor e por ter um currículo tão invejável, com cinco Brasileiros.
segunda-feira, 2 de março de 2015
O eterno moicano
É difícil conciliar Flamengo sem Léo Moura e Léo Moura sem o time rubro-negro. Ambos fizeram parte de cada durante dez anos. Muitas histórias para contar, como Campeonatos Cariocas conquistados pelo time da Gávea (2007,2008,2011,2014), um Brasileiro (2009) e duas Copas do Brasil (2006 e 2013) no currículo vitorioso.
Não é de se imaginar em que um jogador consiga ficar tanto tempo em um time que exija dedicação, esforço e principalmente psicológico e técnica. A camisa pesa, a torcida é de massa e os torcedores cobram.
Aquele jogador franzino, que chegou do Sporting Braga em 2005, foi conquistando aos poucos a maior torcida do país. Com seus dribles, talento, raça e entrega, o atual capitão caiu nas graças da torcida.
Em um clube que tem ídolos como Júnior, Leandro, Adílio e Andrade, Leonardo Moura é uma figura a mais a completar o álbum de ícones da galeria. Com 10 anos de casa e mais de 500 jogos com a camisa rubro-negra, as pernas de sábia e o corte tradicional de cabelo será lembrado eternamente no coração dos torcedores.
Há quem se lembre daquele garoto em que fora se despedir de Zico, em 1990, no Maracanã, contra a Seleção do Mundo. Na quarta-feira, no amistoso contra o Nacional de Uruguai, o Galinho de Quintino estará no mesmo local, mas para agora prestigiar aquele menino que sonhava dar tantas alegrias para a torcida rubro-negra.
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