Antes de decidir para ir a Portugal, em busca de seu sonho de se tornar jogador profissional, o São Caetano apareceu como interessado, mas já era muito tarde e Diego Costa estava decidido em ir para o Velho Continente,em 2006, rumo ao Sporting Braga. Foi emprestado ao Penafiel, para ganhar experiência .Através de agentes,o futuro talento pisou em Madrid, para assinar com o famoso Atlético de Madrid.Após um período por passagens em vários clubes através de empréstimos, Diego Costa, começou a mostrar o faro de gol e a habilidade que tinha; e cresceu ao passar do tempo.
Em 2013, começou a ser destaque pelo mundo , fazendo mais gols que Cristiano Ronaldo e Messi na Liga Espanhola e liderando a artilharia do campeonato. Com isso , Felipão resolveu chamá-lo para dois amistosos, contra a Rússia e Itália, ambos em Março. Entrou no decorrer dos jogos e não conseguiu exibir o exuberante futebol que mostra na Liga das Estrelas.
A Seleção Espanhola, com o tempo , começou a assediar arduamente o atacante brasileiro . Diego que não teve muitas chances no seu país de origem, repensou a proposta e aceitou servir a Seleção da Fúria, através de documentos da FIFA. Inicia-se troca de farpas entre as federações espanhola e brasileira.
A atitude do atacante foi algo já decidido por ele mesmo e parecia já estar determinado.Optou pelo carinho acolhido da Espanha, mas não negou suas raízes. Felipão, com a rejeição do agora espanhol Diego Costa, exibiu sua fúria e descontentamento com o fato.
Não devemos questionar o ser humano através de suas decisões. Não devemos achar que Diego Costa é algum tipo Pelé. Mas se fará falta a Seleção Brasileira, só o tempo irá dizer se sim ou não.

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