É difícil conciliar Flamengo sem Léo Moura e Léo Moura sem o time rubro-negro. Ambos fizeram parte de cada durante dez anos. Muitas histórias para contar, como Campeonatos Cariocas conquistados pelo time da Gávea (2007,2008,2011,2014), um Brasileiro (2009) e duas Copas do Brasil (2006 e 2013) no currículo vitorioso.
Não é de se imaginar em que um jogador consiga ficar tanto tempo em um time que exija dedicação, esforço e principalmente psicológico e técnica. A camisa pesa, a torcida é de massa e os torcedores cobram.
Aquele jogador franzino, que chegou do Sporting Braga em 2005, foi conquistando aos poucos a maior torcida do país. Com seus dribles, talento, raça e entrega, o atual capitão caiu nas graças da torcida.
Em um clube que tem ídolos como Júnior, Leandro, Adílio e Andrade, Leonardo Moura é uma figura a mais a completar o álbum de ícones da galeria. Com 10 anos de casa e mais de 500 jogos com a camisa rubro-negra, as pernas de sábia e o corte tradicional de cabelo será lembrado eternamente no coração dos torcedores.
Há quem se lembre daquele garoto em que fora se despedir de Zico, em 1990, no Maracanã, contra a Seleção do Mundo. Na quarta-feira, no amistoso contra o Nacional de Uruguai, o Galinho de Quintino estará no mesmo local, mas para agora prestigiar aquele menino que sonhava dar tantas alegrias para a torcida rubro-negra.

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