Fiquei pensando em tanta coisa que acontece na vida. Por quê catástrofes acontecem assim, quando menos esperamos? O que podemos esperar nos próximos dias? Seguir vivendo ou ter medo de viver? São perguntas que não calam e beiram a reflexividade desta questão complexa e que cada dia é um aprendizado chamado vida.
Em 2015 o clube que ainda não surpreendia o Brasil e o mundo, conseguiu chegar à uma semi-final da Copa Sul-Americana, jogando de igual para igual com o poderoso River Plate, da Argentina. O momento de maior importância para a história do clube estava sendo preparado para a temporada 2016. Com seus pequenos passos, subindo de degrau a degrau, o elenco se fortaleceu com chegadas de jogadores como Kempes, Lucas Gomes, Arthur Maia e outros nomes para compor o time. O sonho estava se iniciando para os eternos guerreiros. Com uma equipe equilibrada, a Chapecoense iniciou sua saga pela competição continental, derrotando gigantes, como Independiente e San Lorenzo, chegando à final do torneio contra o Atlético Nacional. O paraíso estava tão perto, que em um instante, se transformou em um desastre sem dimensão. A queda do avião na região de Antióquia, localizada na Colômbia, matando 71 pessoas a bordo, sendo grande parte do elenco da Chapecoense e os profissionais no ramo jornalístico. Um dia difícil para suportar tanta dor de diversas famílias e uma tragédia gigantesca que chocou o mundo.
Associação Chapecoense de Futebol, tu és gigante. Seus heróis jamais serão esquecidos pela nação brasileira. De Santa Catarina para o Brasil, do Brasil para o mundo.

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